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Gerador de hash SHA-256

Calcule no navegador o resumo SHA-256 de texto UTF-8 e entenda o que ele consegue verificar.

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01 / Exemplo

Exemplo

Sua entradaOlá, mundo!
Resultado9583b013baa520d3a893c4270d0c67732d7ef1768eb0a13533b4e7b134d4b131

02 / Guia

Gerador de hash SHA-256 — Como funciona

O que é o resultado de SHA-256?

SHA-256 é uma função de hash criptográfica que transforma uma sequência de bytes de qualquer comprimento em um resumo de 256 bits. Nesta página, o texto digitado é codificado em UTF-8 antes de entrar no algoritmo. A apresentação hexadecimal do resultado usa 64 caracteres, pois cada dígito hexadecimal representa quatro bits. O resumo pode ajudar a comparar duas entradas exatas: se os hashes diferem, os bytes também diferem. Se os hashes coincidem, há forte evidência prática de igualdade para usos correntes de verificação, embora nenhuma função de tamanho fixo possa garantir unicidade matemática para todas as entradas possíveis.

Exemplo e efeito de uma pequena mudança

Digite a amostra “Olá, mundo!” em UTF-8: o resultado é 9583b013baa520d3a893c4270d0c67732d7ef1768eb0a13533b4e7b134d4b131, uma sequência hexadecimal de 64 caracteres. Troque o ponto de exclamação por um ponto final, acrescente uma quebra de linha ou mude uma letra maiúscula: o hash muda drasticamente. O algoritmo não interpreta palavras; lê bytes, inclusive os que não são visíveis na tela. Por isso, copiar texto de um editor com linha final extra pode produzir um digest diferente do esperado. Para verificar uma soma publicada, confirme primeiro o algoritmo anunciado, o arquivo ou texto exato e a codificação. Ao comparar arquivos, um hash do texto copiado não equivale necessariamente ao hash dos bytes do arquivo inteiro, que podem incluir cabeçalhos ou outra codificação.

Usos corretos e limites de autenticação

Um hash divulgado ao lado de um arquivo permite detectar uma alteração acidental quando a origem do valor é confiável. Ele não prova sozinho quem publicou o arquivo: um invasor capaz de trocar ambos os dados pode trocar também o hash mostrado. Nesse cenário, uma assinatura digital ou outro mecanismo de autenticação é necessário. Também não faz sentido “decodificar” SHA-256 como se fosse Base64. A função foi desenhada para ser unidirecional, mas entradas previsíveis podem ser testadas por tentativa. Essa diferença é crucial quando o dado de entrada é uma senha ou outro segredo curto.

Senhas, privacidade e reprodução

Não armazene senhas apenas como SHA-256 simples. Algoritmos dedicados, como Argon2id, usam sal e um custo de processamento ajustável para dificultar tentativas em massa; o projeto de autenticação deve seguir orientação atualizada. Mesmo num teste local, evite publicar o hash de um segredo previsível como se isso o tornasse privado. Para reproduzir um resultado, mantenha registro de maiúsculas, espaços, quebras de linha, normalização Unicode e codificação. Duas palavras visualmente idênticas podem ter bytes distintos se uma usa acento composto e outra uma sequência decombinada. O conversor roda no navegador para o cálculo, mas resultados copiados e compartilhados deixam esse contexto privado.

Como esta conversão transforma a entrada
Texto UTF-8
Hash criptográfico SHA-256
Hash SHA-256

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